segunda-feira, 30 de julho de 2012

Eddie Vedder – Into the Wild




Eddie Vedder – Into the Wild



Indicado por amigo, melhor emprestado com promessa que eu iria gostar. O nome do livro Na natureza selvagem escrito pelo escritor, jornalista e alpinista Jon Krakauer.

O livro baseado em fatos reais narra à dramática historia do jovem  Christopher McCandless encontrado em estado de decomposição no Alaska...


Juro. Empolguei-me com livro com a expectativa que isso poderia se tornar um grande filme, vale lembrar que quando li, não havia nenhuma hipótese desse livro tornar-se um longa-metragem.  Entrei numa comunidade no Orkut que se chamava “Na natureza selvagem” e, foi lá que alguém noticiou que Sean Penn o renomeado ator iria dirigir o filme, para o papel principal o ator desconhecido, mas promissor Emile Hirsch seria Chris McCandless...


Já assisti muitos filmes baseados em Best- sellers, porém, confesso que somente um filme conseguiu chegar bem próximo as centenas de paginas de um livro:

O morro do vento uivantes, sem exagero nenhum, o filme é resumo perfeito do livro.

Mas...

...Deixando pra trás Sean Penn, Emile Hirsch, O morro do vento uivantes, Jon Krakauer, Alaska, Orkut... Quero apenas escrever da trilha sonora Eddie Vedder – Into the Wild.


Se você só leu o livro ou só assistiu o filme certamente não entenderá a profundidade desse álbum lançado no ano de 2007. Eddie Vedder transfigurou perfeitamente em Chris McCandles, musicas de desapegos diante de uma sociedade capitalista. Musicas que exprimem a sensação prazerosa de caminhar contra vento ou do êxito solitário de desatar um nó de sangue.


 As interpretações de Eddie Vedder enriquece o filme, contribui para a grande estreia do diretor Sean Penn. Assistir o jovem Chris(Interpretado por Emile Hirsch) em suas andanças e a voz de Eddie Vedder de fundo nos encoraja de alguma maneira nessa possibilidade. Há possibilidade de desistir de tudo, de queimar os ideais numa fogueira imaginaria entregar-se ao subjetivo com a incerteza de dias melhores...  Misantropia.


Quando li o livro, eu imaginei o filme, quando assisti o filme, eu fiquei impressionado com a trilha sonora, e, agora na releitura do livro eu deixo o aparelho de som ligado... Into the Wild.


domingo, 29 de julho de 2012

Sebadoh - Secret EP (Ouça na Íntega)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

MADRID - Popload Session



Formada por ex-integrantes das bandas Cansei De Ser Sexy e Bonde do Rolê.

Confira a apresentação da Banda Madrid no
Popload Session:


domingo, 15 de julho de 2012

Dicas para o Domingo (Holograms)

01. Monolith
02. Chasing My Mind
03. Orpheo
04. Memories of Sweat
05. Transform
06. Apostate
07. ABC City
08. Stress
09. Astray
10. A Tower
11. Fever
12. You Are Ancient (Sweden’s Pride)



sábado, 14 de julho de 2012

Orange Dog - Here We Go


Pindamonhangaba sempre foi muito bem representada pelo Hardcore/Punk . A partir do Street Bulldogs a cena ainda é forte.


Zumbi Do Espaço Pindamonhangaba/Taubaté/Campos do Jordão


Gin Tonics


E agora Orange dog... Que além do vocal/ guitarra de Deco Martian, batera por conta do André e o baixo com o lendário, mito (Pindamonhangaba) sei lá o quê... Silvão

Ouça:
Download:





Eu ouvi, gostei e recomendo (Tributo Amy Winehouse)


 

1. The Time and Space Machine – Rehab (4:47)
2. Hollie Cook – You Know I’m No Good (3:53)
3. Dry the River – Me & Mr Jones (2:21)
4. Saint Etienne – Just Friends (3:05)
5. The Cribs – Back to Black (4:29)
6. The Temper Trap – Love Is a Losing Game (4:09)
7. Karima Francis – Tears Dry On Their Own (2:53)
8. Manic Street Preachers – Wake Up Alone (3:32)
9. Swindle feat Baby Sol – Some Unholy War (3:48)
10. The Balearic Folk Orchestra – He Can Only Hold Her (3:30)
11. The View – Addicted (2:31)
12. Zed Bias feat. Trigga and Trevor Roots – Monkey Man (5:25)
13. Jabru feat. Maz Totterdell – Valerie (4:10)









domingo, 8 de julho de 2012

The Smashing Pumpkins - Oceania


The Smashing Pumpkins  Oceania

Depois da vitoria de Anderson Silva no segundo round sobre o falastrão Sonnen eu pensei em você. Juro não é um pensamento recorrente, mas, assistindo e testemunhando o rosto do derrotado eu me vi ali com aquela cara o dia que você foi embora.



Com um esforço sobrenatural eu consegui levantar do sofá, caminhei até geladeira e peguei uma latinha de cerveja. Desliguei a tv e apertei o Play do aparelho de som, talvez fosse a quinta vez no dia que eu ouviria aquele álbum.


Ok! Billy Corgan você me convenceu “Oceania” é um puta disco.

Então decidi escrever pra você ouvindo no volume no talo:



Você não tem ideia do estrago que você causou em mim quando decidiu ir, e indo, levou o que parecia fazer parte de mim e, por mais que eu procure  não consigo. Minha alegria não me pertencia e nem aquele aglomerados de amigos. Todos partiram...



Café frio e o vento que entra pela gelosia não incomodam tanto quando você transforma-se em solidão, um mundo de câmeras-lentas e repetições, de vultos e aparições, vozes e assombrações.


Não me aquece. Não me sinto aquecido... Há passos na cozinha e cheiro forte de gás, vestígios que você  esteve aqui  estão gravados em meu subconsciente, há fotografias na parede, há flores no jardim e um enorme buraco em mim.


Não há cura, não há remédios, não há milagres quando não acreditamos em nenhum santo, quando sujeitamos ajuda.

Café frio...

...Amargo.


Lucidez não me abandone nunca mais, não me deixe falar coisas que eu não sinto, não me deixe fazer coisas que eu não faço, não me deixe despir em publico outra vez ou tentar voar num salto trágico do telhado.

Não volte. Não volte nunca mais...

O sentimento mais vexatório que existe é o amor. E, eu também perdi e quando penso em você agora este sentimento é como ele nunca estivesse existido e, em minhas recordações sem amor você é a puta que pede pra ser fodida.


 Entre laços de línguas, o perfume e o frêmito da cama, entre as paredes que separava a gente do mundo, entre as orquídeas floridas na varanda e o rouxinol na gaiola, entre carro na garagem e roupas dependuradas no varal, entre o latido do cachorro no quintal e vigia noturno na rua. Seu gemido sobressaia, como vulcão preste a entrar erupção você gritava, contorcia, cravava suas unhas em minha costa, mordia meu pescoço...

Depois disso ficávamos quietos, respirando ou tentando respirar... Então ouvíamos o latido do cachorro, o canto do rouxinol e apito do guarda noturno coisas que não ouvíamos há minutos atrás.

Não fazíamos amor, fazíamos sexo da forma mais primitiva. Fazia o amor fazer sentido. E agora nada faz sentido e o vento frio que entra pela gelosia... Nada me aquece. Não me sinto aquecido.

Café frio...

... Amargo



Dicas para o Domingo (The Vaccines)


The Vaccines - No Hope (EP)
01. No Hope
02. Blow Your Mind
03. No Hope (Live In Brighton)
04. No Hope (Demo)



terça-feira, 3 de julho de 2012

Los Encantados - Same Damned Soul - EP (Ouça na íntegra)

O primeiro trabalho da banda do Brooklyn deve agradar aos fãs: The Strokes, Beach Boys, Television...
Ouça:

domingo, 1 de julho de 2012

Eu ouvi, gostei e recomendo (Ian McCulloch – Pro Patria Mori)


1- Different Trees
2- Empty As a House
3- Lift Me Up
4- Pro Patria Mori
5- Raindrop On the Sun
6- Fiery Flame
7- The Party´s Over
8- Watch Me Land
9- Me and David Bowie
10- Somewhere in My Dreams  

Fiona Apple - 'The Idler Wheel...'

Quantas chances temos que dar para um álbum antes de descarta-lo de vez? Era minha terceira vez naquela tarde sábado de sol amarelo que não aquecia, de vento frio ininterrupto, de molecada jogando bola na rua, do churrasco do vizinho...

...Eu alias já tinha perdido o excitação musilcamente por essa tal de Fionna Apple há muito tempo atrás, mas, por insistências de sites, blogs e alguns amigos convidei-a  para almoçar comigo.

 

Gostei da capa, porém confesso minha inabilidade pra entender o significado de algumas coisas... Fiona Apple está mais complicada do que era, sofisticada sempre, um pé no jazz sempre teve, no entanto despreza os passos pop que aderiram Amy Winehouse, Adele, Duffy, etc.

Eu bebo, eu fumo, eu levanto... Fiona ali presa no meu aparelho de som, não bebe, não fuma, numa obediência religiosa e incomum. Se eu  aperto a tecla replay ela recomeça a musica novamente...Ah se fosse a Amy num chute quebraria a gaveta do meu aparelho de som pegaria meus cigarros e a roubaria minha bebida.

A campainha toca é meu vizinho que trouxe um prato de um delicioso churrasco. Ofereço para Fiona que nem assim para de cantar, penso em apertar o pause, no entanto desisto. Ela recomeça tudo novamente:

Assento-me confortavelmente em minha cadeira de descanso:

 

 

... A campainha toca novamente, abro os meus olhos nuvens discoidais  estampa o céu anil, um corredor envolto de trepadeiras cuspidarias de flores rosas, de um cheiro forte porém agradável me acompanha nesse corredor que parece não ter  fim.

Nesse mundo surreal a voz oriunda de Fiona me enlouquece e cada passo sua voz torna ainda mais alta e afinada. Linda sorri com a certeza que este é seu melhor álbum, despida mostra-me feridas semi curadas nos últimos sete anos que esteve ausente.

Cambaleia , oscila, despenteia, porém, sua voz firme aquece o minuano que fere meu rosto sulcado e abatido. Insisto onde esteve, mas, pisa fundo, acelera em seu carro sem rodas, desaparece sobre a neblina espessa...

Fico novamente só...

Fiona não fácil, não é Cult, não é pop... Dirigi perigosamente sem direção, sem GPS, sem conexão. Eu volto pelo mesmo corredor de trepadeiras cuspiderias de flores rosa. Encontro-me dormindo na cadeira de descanso em repetidos suspiros profundos, roncos, digo palavras indecifráveis...

 

 Vou acordar sem nenhuma presa, The Idler Wheel Is Wiser Than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More Than Ropes Will Ever Do é um ótimo àlbum.

 

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